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PÁ Portal das Notícias | Feirante é brutalmente agredida pelo ex-companheiro na Feira do Guará, no DF

Uma feirante de 39 anos foi vítima de uma violenta agressão na Feira do Guará, no Distrito Federal, no último domingo (3/5). O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, Augusto Cardoso Feitosa, de 40 anos, que ainda não havia sido localizado até a última atualização do caso.

Segundo relato da comerciante Mirla Alves de Araújo, o relacionamento entre os dois durou cerca de 11 anos e foi marcado por episódios constantes de violência, ameaças e ciúmes excessivos. Há aproximadamente três meses, ela conseguiu uma medida protetiva contra o suspeito, após ele invadir sua residência e fazer ameaças.

Apesar da restrição judicial, ambos passaram a trabalhar na mesma feira, com bancas próximas. A situação teria se agravado após o homem publicar ofensas contra a vítima e familiares nas redes sociais, um dia antes do crime.

No domingo, ao tentar resolver a situação, a mulher afirma que não recebeu apoio dos responsáveis pela banca onde o ex trabalhava. Pouco depois, ela foi surpreendida pelo agressor enquanto estava em seu local de trabalho.

De acordo com o relato, o homem iniciou uma série de agressões físicas e utilizou objetos como cadeira, pedaços de madeira e até um extintor de incêndio. A vítima também afirma ter sido atingida com golpes na cabeça e puxões de cabelo, além de sofrer diversas joelhadas.

Ferida, Mirla precisou de atendimento médico, passou por exames no Instituto Médico Legal (IML) e levou sete pontos em um dos ferimentos. Ela relatou ainda suspeita de traumatismo decorrente das agressões.

Após o ataque, o suspeito fugiu do local em um veículo. A ocorrência foi registrada na 4ª Delegacia de Polícia como lesão corporal no contexto da Lei Maria da Penha.

A vítima também afirma que o ex-companheiro possui histórico de violência, incluindo episódios anteriores de agressão e danos ao seu local de trabalho. Em um desabafo, ela relatou que vivia sob constantes ameaças e que tinha medo de romper definitivamente o relacionamento.

A Polícia Militar do Distrito Federal prestou atendimento inicial e auxiliou no encaminhamento da ocorrência. A Polícia Civil segue investigando o caso e realiza diligências para localizar o suspeito.

A defesa de Augusto Cardoso Feitosa não foi localizada até o momento. O espaço permanece aberto para manifestação.

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