Maio Amarelo termina, mas a missão de salvar vidas continua nas ruas e estradas
O encerramento do Maio Amarelo marca o fim de uma campanha, mas não o fim da responsabilidade de cada cidadão no trânsito. A mensagem deixada ao longo do mês é clara e necessária: preservar vidas exige atenção, respeito e consciência todos os dias do ano.
Mais do que uma ação educativa, o movimento reforçou a importância de enxergar o próximo, compreender que por trás de cada volante, guidão, bicicleta ou faixa de pedestres existe uma vida, uma família e uma história que merecem ser protegidas.
Para o presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Fauzi Nacfur, a construção de um trânsito mais seguro depende da mudança de comportamento e do compromisso coletivo da sociedade. Segundo ele, a prudência, a empatia e o respeito às leis de trânsito são ferramentas essenciais para evitar tragédias e salvar vidas.
Embora o mês de maio esteja chegando ao fim, o alerta permanece. Cada escolha feita no trânsito pode representar a diferença entre a vida e a morte. Por isso, a conscientização não pode ser tratada como uma campanha temporária, mas como um valor permanente.
O verdadeiro legado do Maio Amarelo é lembrar que segurança viária não se constrói apenas com fiscalização e infraestrutura, mas principalmente com atitudes responsáveis. Afinal, quando cada pessoa faz a sua parte, o trânsito se torna um espaço mais humano, seguro e solidário para todos.
